quinta-feira, 15 de dezembro de 2011

Ciúmes


Muuuito tempo que eu não passo por aqui...
De agosto pra cá aconteceram tantas coisas na minha vida. Algumas novidades, outras recaídas no passado...algumas alegrias, outras decepções, mas entre mortos e feridos salvaram-se todos. Inclusive e principalmente eu, para contar a história.
Essa semana tem sido punk pra mim, não sei o que está acontecendo com os astros, mas as coisas estão bagunçadas tanto fora, quanto dentro de mim.
Há mais de 2 meses estava querendo arranjar um namorado, pedi tanto pra Deus colocar uma pessoa bacana na minha vida pra compartilhar da paz que eu estava sentindo sozinha. Na verdade, com esse pedido eu queria descobrir duas coisas: uma é que eu tinha chegado à conclusão, nessa época, que eu funcionava muito bem sozinha, quando não estava apaixonada vivia em paz comigo e com o mundo, isso é bom, mas também tem seu lado ruim, pois como é que um ser humano vai conseguir passar a vida inteira só, sem se relacionar? o que eu tenho é que aprender a ser feliz com alguém, já que quando estou sozinha dá certo. A outra coisa que queria saber era que eu queria era me testar, porque venho passando por um período de transformação muito grande, é um amadurecimento que está chegando constantemente, então queria saber se eu ia repetir padrão ou se ia conseguir fazer as coisas diferentes, quem sabe assim, conseguiria começar e terminar um relacionamento sem que houvesse um fim trágico e que me deixasse pelo menos de pé, inteira, embora triste, já que isso é normal em todo fim, seja lá do que for.
Assim, resolvi abrir os olhos para alguém que já estava ali e eu não conseguia ver.
No início foi muito bom, tentei fazer tudo diferente, e quando percebi que estava quase repetindo os mesmos erros, voltei e tentei fazer de outro modo, aquele modo que a antiga Patrícia jamais tentaria por medo. E foi dando certo, até que...um sentimento avassalador começou a crescer dentro de mim, algo que me fazia perder meu humor em questão de instantes, minha face mudava de feição, uma raiva começava a passear pelo meu corpo e meu coração disparava...enfim era o tal ciúme que nasceu e quis crescer. Eu simplesmente detesto sentir isso, que coisa mais horrível, que insegurança monstra era aquela, aliás É essa que agora mora em mim? E me pergunto, esse sentimento é meu ou é consequência da ação do outro? Não sei, só sei que eu não quero que ele more aqui, estou fazendo uma campanha ferrenha, pesada para que ele se mude pra bem longe e nunca mais volte, porque fazia muuuito tempo que eu não sabia o que era isso.
Ai minha nossa senhora da bicicletinha, dai-me equilíbrio!
Pathy

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